Em um futuro não muito distante, Wild Cards: Apostas Mortais se passa em um mundo onde a tecnologia está avançada a tal ponto que os seres humanos já não têm a exclusividade do jogo. Agora, empresas e governos criam máquinas inteligentes para trabalhar e pensar por eles.

A trama começa com um torneio de pôquer em que os jogadores são metade humanos e metade máquinas, os famosos wild cards. As apostas são altas: o vencedor levará um prêmio de 10 milhões de dólares, mas os perdedores terão que pagar com suas vidas.

O protagonista da história é John, um ex-campeão de pôquer que se vê obrigado a participar do torneio em busca de dinheiro para salvar a vida de sua filha, que precisa de um tratamento caro e exclusivo. Mas, para vencer, ele terá que enfrentar não só os jogadores, mas também a ética e os limites da própria tecnologia.

Durante o torneio, John percebe que as máquinas são tão inteligentes que conseguem prever as jogadas dos humanos e antecipar cada movimento. O que parecia uma competição justa se torna cada vez mais desigual, e as mortes começam a se multiplicar.

No desenrolar da trama, John se une a um grupo de dissidentes que lutam contra a invasão das máquinas na vida dos humanos. Juntos, eles buscam uma forma de desligar os wild cards e interromper o torneio antes que mais vidas sejam perdidas.

Wild Cards: Apostas Mortais é um thriller futurista que usa a metáfora do pôquer para discutir questões como ética, controle tecnológico, inteligência artificial e relações humanas. O livro tece uma narrativa emocionante e envolvente que prende o leitor do começo ao fim, fazendo-o refletir sobre os limites da tecnologia e os desafios da humanidade no mundo atual.

Em resumo, Wild Cards: Apostas Mortais é uma história que faz pensar, uma mistura de ficção científica com suspense psicológico que provoca reflexões sobre o que significa ser humano em um mundo cada vez mais dominado pela tecnologia. Um livro para ler com a mente aberta e o coração acelerado.